segunda-feira, 28 de junho de 2010

Água viva



Formado no Rio de Janeiro, em 2003, alcançou uma linguagem própria, seguindo os passos de grandes mestres da música instrumental brasileira como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnatalli.
Desde 2004 vem se apresentando nos maiores espaços abertos à Música Instrumental Brasileira para revelações.
Em novembro de 2005, o grupo levou o prêmio de primeiro lugar no Concurso de bandas Speedy Experience promovido pela gravadora Trama, disputando com mais de 3000 artistas inscritos.
Em setembro de 2006, foi um dos vencedores do Festival BdeBanda, promovido pelo Jornal do Brasil, com grande votação popular.
Em novembro de 2006, sagrou-se vencedor na categoria Música do Festival Tapias de Artes Integradas, promovido pela Caixa Econômica Federal.
Em março de 2008, classificou-se para a fase final, na categoria Instrumental, do Festival Botucantu, realizado na cidade de Botucatu – SP.
Em dezembro de 2008, o Acuri gravou - por meio de produção independente - seu primeiro CD, intitulado I N F A N C I A.
Em julho de 2009, realizou a primeira turnê internacional pela Ásia, com 30 shows na Índia e no Sri Lanka.

Formação:



• Pedro Carneiro: Piano e Escaleta

• Cacá Guifer: Sax Soprano, Sax Tenor, Flautas e Percussão.

• Ricardo Sá Reston: Baixo, Percussão e Acordeom

• Roberto Kauffmann: Bateria, Percussão e Cavaquinho

• Davi Mello: Guitarra, Violão e Cavaquinho


Algumas apresentações:

- Desencontro Estético: Mostra universitária realizada na UFRJ, campus Praia Vermelha (ago/2004);

- Sesc Tijuca (Out/2004);

- Projeto Arte Jovem: Festival de novos talentos da cultura Brasileira. Apresentação realizada no Espaço Convés, em Niterói - RJ (nov 2004);

- Mostra Prática de Música: Apresentação realizada na Sala Villa-Lobos na UNI-RIO (nov/2004);

- Projeto Arte Jovem: Festival de novos talentos da cultura Brasileira. Apresentação realizada no Espaço Convés, em Niterói - RJ (agosto/2005);

- Premio London Burning: indicação de melhor disco de MPB de 2006
- UNI-RIO Musical: Apresentação realizada na sala Villa-Lobos, na Urca – RJ (março/2006);

- Workshop Acuri & Itiberê Orquestra Família: Projeto Geringonça realizado no SESC Tijuca – RJ (março/2006);

- SESC Tijuca: Apresentação do Acuri junto com Itiberê Orquestra Família (março/2006);

- Desencontro Estético: Mostra universitária realizada na UFRJ, campus Praia Vermelha (maio/2006);

- Curinga da Lapa (junho/2006);

- Homenagem a Hermeto Pascoal, 70 anos da Música Universal: Apresentação realizada na sala Baden Powell em Copacabana, RJ, a convite do mestre Itiberê Zwarg, em comemoração aos 70 anos do grande mestre Hermeto Pascoal ( Junho/2006);

- Antiquário Bar: Novo reduto da música instrumental Carioca, em Campo Grande (agosto/2006);

- Projeto Rádio Livre Ataca!!!: Apresentação realizada no Teatro de Arena da UFRJ, na Praia Vermelha (set/2006);

- Série UNI-RIO Musical: Apresentação realizada no Museu Ciência da Terra, na Urca – RJ (out/2006);

- Festival VMH: Realizado no Clã Café, no Rio de Janeiro (dez/2006);

- Prêmio Criando Imagens, promovido pela gravadora Trama Virtual: Classificados entre os 30 finalistas (jan/2007);

- Entrevista ao vivo na Rádio Roquete Pinto 94.1 FM - RJ (março/2007);

- Espaço Constituição – RJ (março/2007);

- Concerto Pro Arte 40 Anos: Realizado na Sala Badden Powell (junho/ 2007);

Acuri



Formado no Rio de Janeiro, em 2003, alcançou uma linguagem própria, seguindo os passos de grandes mestres da música instrumental brasileira como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnatalli.
Desde 2004 vem se apresentando nos maiores espaços abertos à Música Instrumental Brasileira para revelações.
Em novembro de 2005, o grupo levou o prêmio de primeiro lugar no Concurso de bandas Speedy Experience promovido pela gravadora Trama, disputando com mais de 3000 artistas inscritos.
Em setembro de 2006, foi um dos vencedores do Festival BdeBanda, promovido pelo Jornal do Brasil, com grande votação popular.
Em novembro de 2006, sagrou-se vencedor na categoria Música do Festival Tapias de Artes Integradas, promovido pela Caixa Econômica Federal.
Em março de 2008, classificou-se para a fase final, na categoria Instrumental, do Festival Botucantu, realizado na cidade de Botucatu – SP.
Em dezembro de 2008, o Acuri gravou - por meio de produção independente - seu primeiro CD, intitulado I N F A N C I A.
Em julho de 2009, realizou a primeira turnê internacional pela Ásia, com 30 shows na Índia e no Sri Lanka.

Formação:



• Pedro Carneiro: Piano e Escaleta

• Cacá Guifer: Sax Soprano, Sax Tenor, Flautas e Percussão.

• Ricardo Sá Reston: Baixo, Percussão e Acordeom

• Roberto Kauffmann: Bateria, Percussão e Cavaquinho

• Davi Mello: Guitarra, Violão e Cavaquinho


Algumas apresentações:

- Desencontro Estético: Mostra universitária realizada na UFRJ, campus Praia Vermelha (ago/2004);

- Sesc Tijuca (Out/2004);

- Projeto Arte Jovem: Festival de novos talentos da cultura Brasileira. Apresentação realizada no Espaço Convés, em Niterói - RJ (nov 2004);

- Mostra Prática de Música: Apresentação realizada na Sala Villa-Lobos na UNI-RIO (nov/2004);

- Projeto Arte Jovem: Festival de novos talentos da cultura Brasileira. Apresentação realizada no Espaço Convés, em Niterói - RJ (agosto/2005);

- Premio London Burning: indicação de melhor disco de MPB de 2006
- UNI-RIO Musical: Apresentação realizada na sala Villa-Lobos, na Urca – RJ (março/2006);

- Workshop Acuri & Itiberê Orquestra Família: Projeto Geringonça realizado no SESC Tijuca – RJ (março/2006);

- SESC Tijuca: Apresentação do Acuri junto com Itiberê Orquestra Família (março/2006);

- Desencontro Estético: Mostra universitária realizada na UFRJ, campus Praia Vermelha (maio/2006);

- Curinga da Lapa (junho/2006);

- Homenagem a Hermeto Pascoal, 70 anos da Música Universal: Apresentação realizada na sala Baden Powell em Copacabana, RJ, a convite do mestre Itiberê Zwarg, em comemoração aos 70 anos do grande mestre Hermeto Pascoal ( Junho/2006);

- Antiquário Bar: Novo reduto da música instrumental Carioca, em Campo Grande (agosto/2006);

- Projeto Rádio Livre Ataca!!!: Apresentação realizada no Teatro de Arena da UFRJ, na Praia Vermelha (set/2006);

- Série UNI-RIO Musical: Apresentação realizada no Museu Ciência da Terra, na Urca – RJ (out/2006);

- Festival VMH: Realizado no Clã Café, no Rio de Janeiro (dez/2006);

- Prêmio Criando Imagens, promovido pela gravadora Trama Virtual: Classificados entre os 30 finalistas (jan/2007);

- Entrevista ao vivo na Rádio Roquete Pinto 94.1 FM - RJ (março/2007);

- Espaço Constituição – RJ (março/2007);

- Concerto Pro Arte 40 Anos: Realizado na Sala Badden Powell (junho/ 2007);

Daniel Santiago




Artista reconhecido internacionalmente, violonista, guitarrista, compositor e arranjador Daniel Santiago teve seu primeiro contato com a música aos sete anos de idade, sofrendo influências que vão do Choro ao Jazz, da MPB à música erudita. Aos dezenove anos, junto com o Bandolinista Hamilton de Holanda e o violonista Rogério Caetano fundam o Brasília Brasil Trio. Em 2001 lançam Abre Alas (Velas) e no mesmo ano Daniel é indicado ao prêmio VISA como melhor instrumentista.
Nos anos seguintes faz turnês regulares com Carlos Malta, Gabriel Grossi e como integrante do Quinteto Brasilianos de Hamilton de Holanda se apresentando em diversas cidades no Brasil e no exterior incluindo vários festivais como: Savannah Music Festival (EUA); North Sea Jazz (Holanda); Umbria Jazz Festival e Montalcino Jazz & Wine (Itália); Mattosinhos Jazz Festival (Portugal); Jazz in Marciac (França); Tim Festival (Brasil), Jerusalem Jazz Festival (Israel); Gentting (Malásia) e Java Jazz (Indonésia), entre outros.
Em 2006, lançou seu primeiro álbum solo On the Way (Adventure Records) nos EUA, sendo aclamado pela mídia local.
Com o Quinteto Brasilianos é premiado como “melhor grupo de música instrumental” pelo Prêmio Tim 2007 e são indicados ao Grammy Latino na categoria “Melhor Disco de Música Instrumental”.
Em Setembro de 2008 se apresentou no Mercedes-Benz Fashion Week em Nova York como convidado especial de Seu Jorge e em Outubro fez o encerramento do “Mandolines de Lunel” na França, ao lado do Brasília Brasil Trio com a participação de Jonh Paul Jones, Baixista da lendária banda inglesa Led Zeppelin.
Seu segundo álbum solo, Metrópole (Adventure Records/Rob Digital), é lançado em 2009 apresentando uma sonoridade contemporânea que reúne toda a sua influência musical em uma mistura de sons oriundos de gêneros como a Jazz, música erudita além da música popular Brasileira.e recebe críticas ainda melhores no Brasil e no exterior, inclusive sendo apontado como um dos melhores álbuns de Jazz do ano. Como principais inspirações, Daniel cita Hermeto Pascoal, Milton Nascimento, Tom Jobim, Egberto Gismonti, Villa-Lobos e Toninho Horta.
O disco “Metrópole” conta com a participação dos músicos Vítor Gonçalves (piano), Guto Wirtti (baixo), Josué Lopez (sax), Márcio Bahia (bateria) e Edu Ribeiro (bateria). Neste momento acaba de compor junto com Hamilton de Holanda uma Sinfonia para Quinteto e orquestra em homenagem aos 50 anos da fundação de Brasília.
Ao longo de sua trajetória Daniel também gravou e produziu vários álbuns, entre eles estão: Brasilianos I e II, Hamilton de Holanda, Música das nuvens e do chão, (Hamilton de Holanda); Canção sem fim (Flávio Venturini); Acariocando (Ivan Lins); Timoneiro (Hermínio Belo de Carvalho); Diz Que Fui Por Aí e Arapuca (Gabriel Grossi); Nada Pra Depois (Barbara Mendes), Uma Dama Também Quer Se Divertir (Mariana Baltar), Garrafieira (Garrafieira), Casa Aberta (Lili Araujo). Além dos documentários Quebrando Tudo, sobre Hermeto Pascoal, O Prazer de Tocar Juntos, sobre a nova geração de músicos de Brasília, Mandolins Attack e Vinícius de Moraes, produzido na França sobre o poeta e compositor Brasileiro.

Afro Electro





O grupo foi formado em 2009 em São Paulo pelos músicos Michi Ruzitschka (composições, guitarra, violão e voz) e Sérgio Machado (composições, bateria, vocoder, programações e voz).
Em 2010 os músicos Meno Del Picchia (baixo, teclado e voz) e Maurício Alves (percussão e voz) juntaram-se a eles, além da projeção ao vivo do VJ e cenógrafo André Grynwask.

Partindo das sonoridades africanas presentes principalmente na cena musical atual de Paris, com a qual entraram em contato em viagens, turnês e pesquisas musicais, e influenciados por suas vivências urbanas criaram, os integrantes criaram sua própria identidade musical.

Artistas como Karim Ziad, Oumou Sangare, Etienne M'bape, Ali Farka Toure, Konono No.1, Rokia Traore, Hamid El Kasri, Joe Zawinul, Tony Allen, Oliver Mtukudzi são algumas das fontes utilizadas como referência para o trabalho.

Juntamente com a música o grupo se utiliza de projeções para concretizar as texturas contemporâneas propostas pela sonoridade integrando as duas linguagens artísticas.

Neste ano o Afro Electro tem promovido uma festa temática mensal: o Bafafá, que acontece uma quinta-feira por mês no Clube Tapas em São Paulo. Com DJ’s residentes (Eduardo Brechó, Kiko Dinucci e Dj Badê) e covidados (Bruno Buarque, DJ Tudo, entre outros) sempre tocando as influências africanas em nossa música popular, moderna. O grupo também vem desde de 2009 apresentando shows ao vivo da banda sempre com convidados: Thiago França, Kiko Dinucci, Dj Tudo, Felipe Roseno, Evandro Martins, etc.; projeção de filmes e musicais africanos, além de Live VJ em cada apresentação.

Em julho acontecerá a 5a edição da festa, com convidados africanos especiais além de bebidas tradicionais da costa oeste.

Lili Araujo




Após consolidar sua carreira na Europa, a jovem cantora e compositora carioca Lili Araujo voltou ao Brasil no ano de 2008 e lançou seu CD de estréia, Arribação. Composto por onze faixas inéditas, o trabalho é uma mistura do choro e do samba – ritmos que embalaram sua infância no subúrbio carioca – somado a concepção, elementos e instrumentos do Jazz e da World Music. Com apenas 26 anos, Lili surgiu no cenário, misturando referências ao mesmo tempo em que cria sua própria identidade musical.
Após se formar em canto popular pela Escola de Música Villa Lobos em 2004, a artista mudou-se para Viena, na Áustria. E foi na Europa onde sua carreira despontou. Com apresentações e participações em importantes clubes de jazz, festivais e teatros europeus, como, Tunnel Live Jazz (Viena), Theater am Spittelberg (Viena), Reigen (Viena), Birdland (Viena), Porg & Bess (Viena) e Blue Note (Paris), a cantora resolveu alçar objetivos maiores. Voltou ao Brasil em meados de agosto de 2008 e desde então já fez shows na Modern Sound, Sala Baden Powell e Estrela da Lapa. Além disso, recebeu excelentes elogios da crítica especializada. Em meados de 2009 com o apoio da empresa austríaca SKE/ AKM a artista realizou, junto a sua banda formada por músicos cariocas, uma pequena turnê européia. Apresentou-se na ocasião nas cidades de Viena, Schwaz (Tirol), Londres , Lausanne, Lisboa e Estolcomo.
Seu primeiro CD “Arribação” lançado pelo selo europeu “Oficina Records”, contou com a participação de mais de 40 músicos, entre eles os renomados instrumentistas como o gaitista Gabriel Grossi, o multi-instrumentista Dirceu Leite e o baterista Márcio Bahia. E também com a participação de jovens talentos como Guto Wirtti (baixo), Joana Queiroz (clarinete), Gabriel Getssi (piano), Rodrigo Villa (baixo), Rafael Barata (bateria), Marcelo Caldi (acordeão), Vitor Gonçalves (piano), Bernardo Ramos (guitarra e violão) entre outros.
As onze faixas tiveram os arranjos assinados pelo saxofonista Henrique Band, o trompetista Darcy da Cruz, os guitarristas Gabriel Improta , Marcos Amorim e por Lili Araujo.
Nesse primeiro trabalho a artista assinou as letras das composições do disco, com exceção da faixa "Tapete azul" de Toninho Pôrto. Se revelou como compositora em músicas apenas de sua autoria e em parcerias musicais com a jovem violonista Kalu Coelho e com o veteranos como o guitarristas e compositores Alegre Corrêa e Marcos Amorim.
No momento a cantora carioca está pré-produzindo seu novo álbum intitulado “Casa Aberta”, onde a cantora apresentará canções inéditas de sua autoria, músicas de autoria de jovens compositores em destaque, como Chico Pinheiro e releituras de duas obras, uma de João Donato e outra do também pianista Ivan Lins. O CD terá uma ambientação jazzística, assim como o primeiro. Os arranjos de base serão assinados pela artista, pelo pianista austríaco Martin Reiter e pelo guitarrista Daniel Santiago. Todos os arranjos de sopro ficarão a cargo do experiente soprista Eduardo Neves. O trabalho contará com a participação especial do músico João Donato na faixa “Não tem nada não”, de autoria do mesmo. O CD “Casa Aberta” tem previsão de lançamento para Outubro de 2010 no Brasil, e Agosto de 2011 na Europa
“De volta ao Brasil, com 26 anos, Lili lança seu primeiro solo e mostra muita qualidade de intérprete, atualizando o samba-jazz-gafieira com novas músicas, bons arranjos e agradando em cheio.”
Nelson Motta – Agosto de 2009- No programa Sintonia Fina na Rádio MPB.

“A cantora e compositora Lili Araujo estréia em disco com o bom Arribação (Oficina Records). Dona de uma bela voz, ela surpreende com o repertório que traz referências diversas (...)” –
João Pimentel – Agosto de 2008 – Jornal O Globo
“Uma das boas surpresas do ano, recebi "Arribação", CD de estréia dessa compositora carioca, de 26 anos. Seu disco tem arranjos jazzísticos, mas o repertório está dentro do que entendemos por MPB.”
Antônio Carlos Miguel – Outubro de 2008 - Jornal O Globo
“A carioca Lili Araujo lança o disco Arribação, com canções compostas por ela lisonjeada com a comparação com Elis Regina, a carioca Lili Araujo, de 26 anos, estréia na carreira fonográfica com Arribação (Oficina Records) de olho no mercado externo(…) Aos poucos, no entanto, Lili Araujo vai provando que tem personalidade, não apenas pela força do canto, mas principalmente pelas letras que assina. O disco de estréia promove união perfeita entre jazz, samba e choro. (…)”
Ailton Magioli – Estadão de Minas – Novembro de 2008
“(...) Com um timbre que lembra os de Fátima Guedes e Rosa Passos, Lili é uma interprete segura e dona de um ritmo invejável (...)”
Rubens Lisboa no site infonet – coluna musiqualidade – Novembro de 2008

“Jovens cantoras existem aos montes no Brasil, e não são todas que sucumbem ao rótulo de "ecléticas". Cinco que buscam um caminho reconhecível para seus trabalhos lançaram discos recentemente. O melhor é "Arribação", de Lili Araujo, que compõe a maior parte das boas canções que interpreta. Radicada em Viena e trabalhando na Europa, a carioca de 26 anos é brasileiríssima (sem nada de postiço) na faixa-título, na ciranda "Lendas do Mar", na auto-explicativa "Na Gafieira" e até em "Roma", que evoca o estilo de Guinga. E concilia samba e jazz em "Todas Aquelas Coisas” (…)"
Luiz Fernando Vianna – Folha de Säo Paulo – Dezembro de 2008
“Acho que o Brasil é um país de gente criativa de uma maneira geral. Sobreviver aqui só sendo criativo mesmo. Acho que os compositores têm muito o que dizer sempre sobre sua geração sobre os conflitos e os sentimentos de uma época. (...). Acho que as coisas vão se renovando, esse é o caminho natural, se isso não acontecesse, se não houvesse essa renovação, não teriam surgido tantos compositores fantásticos. Acho isso fascinante e espero que cada vez a nossa música seja valorizada pelo nosso povo.”.
Lili Araujo em entrevista ao Segundo Caderno em Outubro de 2008 – Jornal “O Globo”